O ator Guilherme Winter está perdendo os primeiros meses do filho Pedro, fruto do casamento com Giselly Itié, devido a pandemia de coronavírus e a atriz desabafou sobre o momento.

Guilherme estava no Rio de Janeiro e Giselly em São Paulo quando foi recomendando o isolamento social.

“É de chorar. É um momento mágico. Como assim o Gui está perdendo esse momento? Pedro já é um outro bebê desde que ele o viu pela última vez. A gente faz chamadas de vídeo todos os dias, mas não é a mesma coisa. Mas é isso”, lamentou em entrevista à Patrícia Kogut.

“[Eu] Decidi morar perto da minha rede de apoio, dos meus pais e dos meus irmãos. A família do Gui também é de São Paulo. Ele está vindo morar aqui também. Foi para o Rio resolver a mudança dele quando estourou a pandemia. A gente tá tentando entender quando ele vai vir pra cá”, contou.

Giselly ainda falou sobre quem é mãe sem rede apoio nesse momento. “Estou com minha mãe. Muitas mães estão verdadeiramente sozinhas. Não consigo nem parar para imaginar isso. A gente precisa ajudar essas mães. Não é fácil”, disse.

Josias de Oliveira Alves, foi condenado em regime aberto a 3 anos e 9 meses de pena após ter sido julgado como suspeito de matar o próprio filho afogado, Pablo Pietro, na época com 4 meses de vida. O crime aconteceu em agosto de 2015 mas o julgamento do réu só teve início na última quarta-feira (19) e foi finalizado durante a tarde desta quinta-feira (20) já em 2020, no Fórum Ministro Henoch Reis, bairro Aleixo, zona Centro-Sul da capital.

O julgamento, comandado pelo Conselho de Sentença da 1.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, foi presidido pelo juiz Celso Souza de Paula, no plenário principal do Fórum Ministro Henoch Reis.

Sete jurados foram sorteados. A sessão conta com o depoimento de cinco testemunhas apontadas pelo Ministério Público e duas do Juízo da 1.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus.

Para o advogado de defesa, Christian Araújo de Souza, o caso foi uma fatalidade. “Após análises de provas e depoimentos, chegamos à conclusão de que o que aconteceu ali foi um infeliz acidente. Foi um homicídio, mas foi culposo e não doloso. Os dois [Josias e Cleudes], por serem muito leigos, não souberam explicitar e ficou um jogando a culpa para outro”, disse.

Acompanhado de familiares, Josias saiu andando do julgamento após receber sua sentença. Em liberdade monitorada pela Justiça, o homem terá que se apresentar uma vez por mês no Fórum Ministro Henoch Reis para assinar a frequência que controla sua presença na capital. Os advogados de acusação ainda podem recorrer. 

Entenda o caso

Josias de Oliveira Alves é acusado de jogar o filho de quatro meses, Pablo Pietro, no Rio Negro, após uma briga com a mãe da criança, Cleudes Maria Batista, em agosto de 2015. O casal teria discutido por divergências em relação ao preço do pagamento de pensão alimentícia.

Na noite do crime, a mulher, que morava em Manacapuru, a 68 km de Manaus, teria viajado para a capital para conversar com Josias sobre o valor da pensão do filho. O casal se encontrou na área do Porto de São Raimundo, onde ele trabalhava fazendo travessias. Ela entrou no barco e, quando estavam no meio do rio, ele teria supostamente tentado matar a mulher.

Em depoimento à polícia, à época do caso, a vítima contou que, com raiva, o homem puxou a criança e a atirou no rio. Na tentativa de fugir, ela também se jogou na água. O réu teria ainda tentado matar a vítima já na água, ao passar diversas vezes com o motor da embarcação perto da cabeça dela. A mulher conseguiu nadar até um porto, onde procurou ajuda.

 

 

PortaldoBanzeiro/PH/Foto:Divulgação

 

 

 

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Jornalista JP Melo 

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