Onze candidatos disputam a prefeitura da capital do Amazonas, Manaus, que tem população estimada pelo IBGE em 2,2 milhões de pessoas. Segundo o TSE, a capital amazonense tem um total de 1,3 milhão de eleitores. Abaixo, confira os candidatos à prefeitura em ordem alfabética:

 

Alfredo Nascimento - O candidato da coligação Trabalho Bom Merece Continuar (PL/PSDB)  tem 68 anos de idade e ensino superior completo. Ele declarou um total de R$ 3,9 milhões em bens

 

Amazonino Mendes - O candidato da coligação Juntos Podemos Mais (PSL/Cidadania/Podemos/MDB) é advogado e completa, em novembro, 81 anos de idade. Ele declarou um total de R$ 4,7 milhões em bens

 

Capitão Alberto Neto - O candidato da coligação Aliança por Manaus (Republicanos/PMN/PTB)  é deputado, tem 38 anos de idade e superior completo. Ele declarou um total de R$ 312 mil em bens.

 

Chico Preto - O candidato do Democratas é advogado e tem 51 anos de idade. Ele declarou um total de R$ 537,5 mil em bens 

 

Coronel Menezes - O candidato do Patriota tem 57 anos de idade. Militar de carreira do Exército, ele declarou um total de R$ 3,2 milhões em bens.

 

David Almeida - O candidato da Coligação Avante Manaus (Avante/PMB/PTC/PRTB/PV/DEM/Pros) tem 51 anos de idade. Ele tem ensino superior completo e declarou R$ 857 mil em bens.

 

Gilberto Vasconcelos - O candidato do PSTU, de 53 anos de idade, é professor do ensino fundamental. Ele declarou um total de R$ 250 mil em bens.

 

Marcelo Amil - O candidato do PCdoB, de 37 anos, é advogado. Não tem bens cadastrados.

 

Ricardo Nicolau - O candidato, de 45 anos, é deputado estadual e tem o superior completo. Ele é da coligação Pra Voltar a Acreditar (PSD/Solidariedade/PDT/PP/PSB). O candidato declarou um total de R$ 296 mil.

 

Romero Reis - O candidato do Novo tem 59 anos e é engenheiro. Ele declarou R$ 25,5 milhões em bens.

 

Zé Ricardo - O candidato, de 56 anos de idade, é deputado federal e tem superior completo. Ele é candidato da Coligação Manaus, pela vida, pelos pobres (PT/PSOL/Rede), e declarou R$ 1,4 milhão em bens.

 

 

Fonte:PB/Agência Brasil

 

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou quinta-feira (12) as primeiras quatro resoluções com regras para a eleição municipal de 2020, entre as quais a que regulamenta os procedimentos de fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação.

Neste caso, a principal novidade foi a ampliação do rol de entidades que podem fiscalizar a votação, que passa agora a incluir, por exemplo, as Forças Armadas, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal de Contas da União (TCU) e entidades privadas, sem fins lucrativos, que possuam notória atuação em fiscalização e transparência da gestão pública e sejam previamente credenciadas junto ao TSE.

Elas se juntam às entidades que tradicionalmente já constavam da lista, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal (STF), Ministério Público, Polícia Federal e os departamentos de tecnologia da informação de universidades.

Pesquisas

Outra resolução aprovada  foi a que regulamenta a realização de pesquisas de intenção de voto, que - a partir de 1º de janeiro - só poderão ser realizadas mediante registro de uma série de informações junto ao TSE.

Pela primeira vez, essa resolução passa a trazer a proibição expressa de que sejam excluídos da lista da pesquisa os nomes de candidatos que tenham a confirmação de seu registro de candidatura ainda pendente de aprovação pelo TSE.

Agora, um candidato só pode ter seu nome excluído de uma pesquisa eleitoral quando seu registro não estiver mais sub judice, ou seja, quando sua candidatura tiver sido indeferida em definitivo, sem possibilidade de recurso judicial.

A norma visa evitar o que ocorreu em 2018, quando houve mais de um pedido ao TSE para que o nome do então candidato ao PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, fosse retirado de pesquisas eleitorais ante a perspectiva de que ele tivesse seu registro de candidatura negado. À época, a Justiça Eleitoral somente permitiu a retirada do nome do ex-presidente das pesquisas depois da confirmação do indeferimento de sua candidatura.

Outras resoluções  

Também foram aprovadas nesta quinta-feira as resoluções relativas aos lacres das urnas e ao cronograma do cadastro de eleitores. Pela legislação, o TSE tem até o fim deste ano para aprovar todas as resoluções relativas ao pleito do ano que vem.

Uma das mais esperadas é a que trata da propaganda eleitoral, que deve trazer novidades a respeito do uso da internet e também sobre as notícias falsas, também conhecidas como fake news.  

 

PortaldoBanzeiro/AgênciaBrasil/Foto:AG

 

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